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Papa Francisco, a humildade e serviço à Igreja

Publicado em 17/12/2014       Nenhum comentário

PAPA FRANCISCO VISITA BASÍLICA DE NOSSA SENHORA DE APARECIDA

Vaticano, Capela Sistina, quarta-feira, dia 13 de março de 2013. Quando já se estendia a contagem dos votos no conclave – chamado escrutínio – e os destinados ao cardeal de Buenos Aires Jorge Mario Bergoglio pouco faltavam para chegar a dois terços, mínimo necessário, o cardeal brasileiro Dom Cláudio Hummes, sentado ao lado do amigo argentino, abraço-o, beijou-o e disse: “Não se esqueça dos pobres”. Naquele momento, na cabeça do papa eleito veio a imagem de São Francisco de Assis. Lembrou das guerras e de como o santo italiano era um homem da pobreza e de paz, que amava e protegia a Criação. Bergoglio, depois, relatou seu pensamento no momento: “Como eu gostaria de uma Igreja pobre e para os pobres!” Não teve dúvidas. Quando a perguntado qual nome escolhia para ser conhecido, respondeu: Francisco. A fumaça branca tomou os céus da Praça São Pedro e a festa de milhares de fiéis começou.

Certamente, muitos se surpreenderam com a escolha. Mas quem é Bergoglio? De onde vem? O que pensa? Afinal, mesmo tendo sido o segundo mais votado no conclave que elegeu Bento XVI, em 2005, o argentino nem ao menos tinha seu nome relacionado nas apostas de quem seria o novo pontífice.

Nasceu na capital argentina no dia 17 de dezembro de 1936. Filho de imigrantes italianos da região do Piemonte, seu pai, Mário, era contabilista e sua mãe, Regina, cuidava da casa e dos cinco filhos.

Papa-Francisco-jovemAos 17 anos, a caminho da casa da namorada, resolveu entrar na Igreja de São José de Flores e se confessar. “Nessa confissão me ocorreu algo de raro. Não sei o que foi, mas mudou minha vida. Eu diria que me pegaram desprevenido (…) Foi a surpresa, o estupor de um encontro. Dei-me conta de que estavam me esperando. A experiência religiosa é isto: o estupor de se encontrar com alguém que está te esperando. A partir desse momento, para mim, Deus é o que te ‘primeireia’.”, relatou.

 Confira trecho de sua biografia divulgada pela Santa Sé:

A 11 de Março de 1958 entrou no noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanísticos no Chile e, tendo voltado para a Argentina, em 1963 obteve a licenciatura em filosofia no colégio de São José em San Miguel. De 1964 a 1965 foi professor de literatura e psicologia no colégio da Imaculada de Santa Fé e em 1966 ensinou estas mesmas matérias no colégio do Salvador, em Buenos Aires. De 1967 a 1970 estudou teologia, licenciando-se também no colégio de São José.

A 13 de Dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote pelo arcebispo D. Ramón José Castellano. De 1970 a 1971 deu continuidade à sua preparação em Alcalá de Henares, na Espanha, e a 22 de Abril de 1973 emitiu a profissão perpétua nos jesuítas. Regressou à Argentina, onde foi mestre de noviços na Villa Barilari em San Miguel, professor na faculdade de teologia, consultor da província da Companhia de Jesus e também reitor do colégio.

No dia 31 de Julho de 1973 foi eleito provincial dos jesuítas da Argentina, cargo que desempenhou durante seis anos. Depois, retomou o trabalho no campo universitário e, de 1980 a 1986, foi novamente reitor do colégio de São José, e inclusive pároco em San Miguel. No mês de Março de 1986 partiu para a Alemanha, onde concluiu a tese de doutoramento; em seguida, os superiores enviaram-no para o colégio do Salvador em Buenos Aires e sucessivamente para a igreja da Companhia, na cidade de Córdova, onde foi diretor espiritual e confessor.

O cardeal Antonio Quarracino convidou-o a ser o seu estreito colaborador em Buenos Aires. Assim, a 2 de Maio de 1992 João Paulo II nomeou-o bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires. No dia 27 de Junho recebeu na catedral a ordenação episcopal precisamene do cardeal. Como lema, escolheu Miserando atque eligendo e no seu brasão inseriu o cristograma IHS, símbolo da Companhia de Jesus.

No Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, João Paulo II criou-o cardeal, atribuindo-lhe o título de São Rberto Bellarmino. Convidou os fiéis a não virem a Roma para festejar a púrpura, mas a destinar aos pobres o dinheiro da viagem.

 Em 2007, Bergoglio teve grande importância na V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e Caribenho, em Aparecida (SP) tendo sido o presidente da comissão que escreveu as conclusões do encontro.

 Papa Francisco, o primeiro jesuíta e o primeiro latino-americano a assumir a barca de São Pedro, nossas orações e parabéns!

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